PICOS | Fake News na pandemia da Covid-19: saiba como evitar informações falsas

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Fake News na pandemia da Covid-19: saiba como evitar informações falsas

O termo “Fake News” ganhou força mundialmente durante as eleições presidenciais nos Estados Unidos em 2016. O seu significado quer dizer: notícias falsas. Essas notícias, são hoje umas das maiores influenciadoras nas decisões de uma sociedade.

 

Em fevereiro deste ano, devido ao período eleitoral, a Prefeitura de Picos através da Procuradoria Geral do Município entrou com pedido de representação na Polícia Federal por conta da proliferação de Fake News contra o Município. A gestão já se preocupava com as notícias falsas e os efeitos que elas podem causar no âmbito social e político.

Devido à pandemia do novo coronavírus, vivenciamos uma epidemia de Fake News. Todas essas informações inverídicas podem gerar problemas no combate e prevenção da COVID-19 no nosso país, estado e até município. As notícias falsas geralmente são compartilhadas nos meios de comunicação digitais como por exemplo: Whatsapp, Facebook e Instagram.

Mas como identificar se as informações são verdadeiras ou falsas?

        1. Não compartilhe sem saber a origem da informação

Coordenadora de Comunicação Social, Mayara Ferreira

A coordenadora de Comunicação Social, Mayara Ferreira, explica sobre o compartilhamento das notícias em meio a pandemia. “É natural nesse cenário, nós ansiarmos por notícias e informações nesse contexto. Nós tendemos a sermos ativos, compartilhando, repassando. Mas, ao invés de manter as pessoas informadas, nós, desinformados. Isso é super prejudicial para todas as pessoas”, conta.

Mesmo que seja uma mensagem compartilhada por um conhecido de sua confiança não compartilhe a informação se você não souber a origem dela. “Aqui eu não me refiro a quem lhe mandou o áudio, o vídeo ou o texto. Eu me refiro a quem produziu. Certamente, quem nos manda são pessoas da nossa confiança. São conhecidos”, explica.

       2. Quem produziu?

Para a coordenadora é preciso se fazer a seguinte pergunta: Quem produziu essa mensagem?. “Se você se perguntar qual é a responsabilidade que esse produtor tem sobre esse conteúdo, a possibilidade de você sair compartilhando um material falso, diminui e muito”, ressalta.

      3. Cheque as fontes

Mayara Ferreira, explica que para identificar a veracidade das informações é necessário checar as fontes. Como por exemplo fontes jornalísticas e fontes oficiais.

“A informação diz respeito a um veículo de comunicação que eu conheço, que tem reputação diante da sociedade?! Sim? Então tudo bem. De fato, vai informar. Mas, se eu não conheço aquele veículo de comunicação, se eu não sei do que se trata, é melhor não compartilhar porque provavelmente deve ser conteúdo falso”, explica Mayara.

As fontes oficiais são as instituições que são responsáveis por trabalhar nesse cenário. Como por exemplo: Ministério da Saúde, Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi), Governo do Estado e as prefeituras.
Mayara Ferreira dá dicas de como ficar por dentro das informações verdadeiras do cenário picoense.

“Aqui em Picos nós temos trabalhado diariamente para sermos transparentes. Todos os dias as 15 horas, veiculamos um boletim sobre os casos de coronavírus na nossa cidade”, comunica.

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Ccom

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